“...Quoth the raven: - Nevermore!”
“...Grasnou o corvo: - Nunca mais!”
- Edgar Allan Poe
Marcel sorria. Friso que ele sorria por que, desde que veio ao mundo, nunca foi muito de sorrir; o “nunca foi muito de” é mera educação – era NUNCA mesmo, como se tivesse travado no natural choro do vir ao mundo. Mas ele agora sorria, contradizendo toda a sua estrada de trinta e poucos anos de vida.
Assim que ele nasceu, seus pais procuraram de médicos até curandeiros, no intuito de descobrirem a razão de ele não parar de nunca de chorar, com ou sem peito, chupeta ou sem chupeta, com ou sem brinquedo, doce ou sem doce. De todos que deram seus diagnósticos “sem margem de erro”, o mais incrivelmente inacreditável e cabível foi o de um espiritualista, que lhes disse:
— Esse menino chora desde que nasceu porque, não tendo mais o conforto escuro da placenta da senhora, dona mãe, jamais se habituou com o mundo onde ora habita, o qual, posso afirmar, é seu imenso e particular inferno, mesmo que ele ainda nem pecado possua.
Seus pais acabavam chorando junto com ele e se desesperavam. Com o passar dos anos, contudo, estudaram o comportamento do menino e descobriram não a cura, mas um paliativo que trouxesse sossego ao rapaz e silêncio à casa: o escuro. O escuro e coisas que o pequeno foi sinalizando gostar através dos anos. Logo, seu quarto era sempre penumbrado, livre de muito calor, tinha livros, um toca-discos esquecido, um aquário com um peixe apenas e coisas quebradas encontradas na rua e pelos cantos esquecidos da casa. Marcel continuava sem sorrir, porém não chorava mais.
E assim foi, ao longo dos anos, que o moço cresceu e foi se habituando com o mundo externo, vez por vez, vão por vão, do jardim à rua, da rua à escola, faculdade, festa. Com 21 anos, Marcel era um rapaz como outro qualquer, só não sorria. Não que seu semblante fosse de alguém que vivia em luto, mas jamais sua boca ousava se estirar e fazer uma meia lua de contentamento. Numa dessas tardes, porém, entre a lanchonete e a aula de Conto de Língua Inglesa, Marcel seguia apressado e atrasado quando, ao tombar em outro corpo à frente, fez espirrar a mostarda do seu sanduíche na blusa de uma garota. Que engenharia misteriosa essa do Universo, que utilizou de mostarda, pressa, sanduíche, um tombo, o minuto certo, o segundo certo e a menina certa! Bam! Adicionou ainda mais alguns “Me perdoe”, “Tudo bem”, “Dá para limpar com água”, “Eu realmente sinto muito” e, para terminar a mistura mágica, o encontro dos olhos de Marcel com os de Lenora. Pronto! Nessa poção, da qual desconheço as medidas de cada coisa, saiu um riso da boca de Marcel. Melhor, saiu um riso dos olhos de Marcel. Melhor, o corpo todo de Marcel riu. E, por ser algo incrivelmente inédito em sua vida, seu corpo e sua alma sorriram com tanta força que seus olhos lacrimejaram e ficaram de um brilho de anjo. Lenora, que deveria estar muito chateada pelo ocorrido, fitou os olhos de Marcel e não soube dizer-lhe palavra.
— Preciso ir limpar isso - disse Lenora.
— Espero te ver de novo, mas sem mostarda - brincou Marcel (rindo), ao que Lenora respondeu com uma mão, perdida naquele brilho em seu semblante, dizendo que sim. Até hoje me pergunto se, caso a ordem das coisas e ingredientes mudassem, daria a mesma liga. Vai saber…
Marcel andava a caminho de casa enquanto reprisava o breve ocorrido mais cedo. Cada vez que seu cérebro lhe trazia de volta a cena com a menina ele ria, ria como se aquilo nunca perdesse a graça, na certeza de que, depois das primeiras imagens, viria a parte onde seus olhos se encontravam com os de Lenora e essa, sim, era a melhor parte de todas as partes já vividas na vida.
Seguia o rapaz feliz e para ele mais nada no mundo tinha razão para ser triste. Aonde ia saudava a todos, do lixeiro ao Testemunha de Jeová no ponto de ônibus; falava com os cães, com os gatos indiferentes e desejou até bom serviço aos policiais carrancudos. Virando uma esquina, avistou um banco largo, no qual sentou-se, estirou os dois braços por cima do recosto, suspirou e ficou olhando ao redor, e tudo aquilo ali – mesmo tudo tendo estado ali por anos – parecia tão novo e talvez melhor do que o útero de sua própria mãe: havia cores, risos, pássaros, fios de poste, nuvens, céu azul, pipoqueiro, animais, areia, folhas, sorvete e tudo, tudo parecia um cenário feito perfeitamente para Marcel e seu Dia da Alegria.
Como o banco cabia umas três pessoas, Marcel não estava sozinho; ao lado dele havia um rapaz que futucava os dentes com um galhinho seco, aparentando seus quarenta e cinco anos, sério, óculos escuros, camisa regata listrada, bermuda e chinelos de dedo. Parecia um europeu rabugento, o que Marcel percebeu e, de pronto, tentou puxar assunto:
— Amigo, boa tarde. Que dia lindo, não!?
— É, é lindo, como todos os outros desse verão -, respondeu-lhe o homem.
— O senhor vem sempre aqui? É a primeira vez que vejo este lugar. Tão bonito… –, suspirou Marcel.
— Não, não. Sempre por aqui. E sim, já te vi passar por diversas vezes lá na esquina. Você não é o rapaz que anda com fones de ouvido, cabeça baixa, sem sorrir, e um All-Star cinza quase sempre? –, falou-lhe o homem.
— Sou eu mesmo! O senhor é um espião? –, surpreendeu-se Marcel.
— Não, não. Meu prazer é espiar os outros. Diria até que é um hobby, se fosse só um hobby –, rebateu-lhe.
— Entendi. E por que esse semblante tão caído?
— Fui suspenso do trabalho. E como eu gosto dele, estou aqui, sem ter o que fazer e aonde ir.
— Nossa. Sinto muito. Isso foi hoje?
— Foi sim. Mas já passa. E você, sorrindo assim? Seu rosto parece nunca ter usado os músculos para rir. Olha só! Sua cara fica esquisita, apesar de bonita. Não fosse a alma rindo junto com o corpo, diria que está tendo um derrame.
— Haha. Para quem estava ranzinza o senhor é bem brincalhão. Mas tudo bem, hoje eu aceito qualquer coisa. Hoje acho que encontrei o amor da minha vida.
— Foi, foi? Tipo aqueles que a gente só vê em filmes ou em versos românticos?
— Exatamente! Deve ser o destino a gente aqui a conversar.
— É, deve ser. Mas eu acho que você deveria ter rido mais, sabia?! Essa escama entre você e o mundo demorou de cair, e só caiu por conta de uma jovem. Assim como há muitas coisas para lamentar, há inúmeras para gozo.
— O senhor fala como quem tem muita experiência.
— Alguma, alguma.
— Pois bem, senhor experiente e desempregado, eu ficarei aqui mais um pouco, destilando essa boa sensação. Sabe-se lá quanto tempo vai durar.
— Geralmente dura pouco, mas acontece várias vezes, então…
— Então o quê?
— Haverá mais, se acabar, uma hora ou outra.
— Eu quero essa, para hoje e todo o sempre. Lenora, minha Lenora. Que honra seria poder chamá-la assim para o resto da minha vida!
— Lenora. Bonito nome.
— Obrigado.
— Disponha.
Nesse momento, surgiu uma criança meio deformada, como quem parecia ter séculos de vida, e entregou ao velho rapaz uma carta, a qual ele abriu enquanto o pequeno ia embora, então levantou-se o homem e falou a Marcel:
— Olha, amigo, muito obrigado pela prosa. Realmente foi um bálsamo enquanto eu estava sem meus afazeres de ofício, como já lhe disse.
— Disponha, meu caro! Eu também agradeço, pois o senhor foi o primeiro a saber sobre a alegria que sinto.
— Uma pena se chamar Lenora a sua amada…
— Uma pena! Mas por quê?! Já perdeu alguma Lenora?
— Não, não. Uma pena ser Lenora e não Lenore…
— Lenore? Mas por…
E antes que Marcel percebesse e terminasse a pergunta, o moço retomou a sua forma natural, a de ofício (e de hobby), de um preto tão preto que nem uma poeira fazia contraste sobre ele, e o galhinho com que futucava os dentes tomou uma forma como que de cabo de uma enxada muito grande, cuja ponta ostentava uma lâmina curvada de mais de um metro, que brilhava, espelhando o rosto do rapaz alegre.
— Seria para eu rimar, amigo, como rimou meu arauto outrora:
— Never…
Foi quando Marcel viu tudo girar e sentiu-se tombar no chão, ao lado do próprio corpo, já sem sentir dor, mexendo a boca e concluindo com o homem o final de um famoso – e também por ele querido – verso de Allan Poe:
“…More.”
“...Grasnou o corvo: - Nunca mais!”
- Edgar Allan Poe
Marcel sorria. Friso que ele sorria por que, desde que veio ao mundo, nunca foi muito de sorrir; o “nunca foi muito de” é mera educação – era NUNCA mesmo, como se tivesse travado no natural choro do vir ao mundo. Mas ele agora sorria, contradizendo toda a sua estrada de trinta e poucos anos de vida.
Assim que ele nasceu, seus pais procuraram de médicos até curandeiros, no intuito de descobrirem a razão de ele não parar de nunca de chorar, com ou sem peito, chupeta ou sem chupeta, com ou sem brinquedo, doce ou sem doce. De todos que deram seus diagnósticos “sem margem de erro”, o mais incrivelmente inacreditável e cabível foi o de um espiritualista, que lhes disse:
— Esse menino chora desde que nasceu porque, não tendo mais o conforto escuro da placenta da senhora, dona mãe, jamais se habituou com o mundo onde ora habita, o qual, posso afirmar, é seu imenso e particular inferno, mesmo que ele ainda nem pecado possua.
Seus pais acabavam chorando junto com ele e se desesperavam. Com o passar dos anos, contudo, estudaram o comportamento do menino e descobriram não a cura, mas um paliativo que trouxesse sossego ao rapaz e silêncio à casa: o escuro. O escuro e coisas que o pequeno foi sinalizando gostar através dos anos. Logo, seu quarto era sempre penumbrado, livre de muito calor, tinha livros, um toca-discos esquecido, um aquário com um peixe apenas e coisas quebradas encontradas na rua e pelos cantos esquecidos da casa. Marcel continuava sem sorrir, porém não chorava mais.
E assim foi, ao longo dos anos, que o moço cresceu e foi se habituando com o mundo externo, vez por vez, vão por vão, do jardim à rua, da rua à escola, faculdade, festa. Com 21 anos, Marcel era um rapaz como outro qualquer, só não sorria. Não que seu semblante fosse de alguém que vivia em luto, mas jamais sua boca ousava se estirar e fazer uma meia lua de contentamento. Numa dessas tardes, porém, entre a lanchonete e a aula de Conto de Língua Inglesa, Marcel seguia apressado e atrasado quando, ao tombar em outro corpo à frente, fez espirrar a mostarda do seu sanduíche na blusa de uma garota. Que engenharia misteriosa essa do Universo, que utilizou de mostarda, pressa, sanduíche, um tombo, o minuto certo, o segundo certo e a menina certa! Bam! Adicionou ainda mais alguns “Me perdoe”, “Tudo bem”, “Dá para limpar com água”, “Eu realmente sinto muito” e, para terminar a mistura mágica, o encontro dos olhos de Marcel com os de Lenora. Pronto! Nessa poção, da qual desconheço as medidas de cada coisa, saiu um riso da boca de Marcel. Melhor, saiu um riso dos olhos de Marcel. Melhor, o corpo todo de Marcel riu. E, por ser algo incrivelmente inédito em sua vida, seu corpo e sua alma sorriram com tanta força que seus olhos lacrimejaram e ficaram de um brilho de anjo. Lenora, que deveria estar muito chateada pelo ocorrido, fitou os olhos de Marcel e não soube dizer-lhe palavra.
— Preciso ir limpar isso - disse Lenora.
— Espero te ver de novo, mas sem mostarda - brincou Marcel (rindo), ao que Lenora respondeu com uma mão, perdida naquele brilho em seu semblante, dizendo que sim. Até hoje me pergunto se, caso a ordem das coisas e ingredientes mudassem, daria a mesma liga. Vai saber…
Marcel andava a caminho de casa enquanto reprisava o breve ocorrido mais cedo. Cada vez que seu cérebro lhe trazia de volta a cena com a menina ele ria, ria como se aquilo nunca perdesse a graça, na certeza de que, depois das primeiras imagens, viria a parte onde seus olhos se encontravam com os de Lenora e essa, sim, era a melhor parte de todas as partes já vividas na vida.
Seguia o rapaz feliz e para ele mais nada no mundo tinha razão para ser triste. Aonde ia saudava a todos, do lixeiro ao Testemunha de Jeová no ponto de ônibus; falava com os cães, com os gatos indiferentes e desejou até bom serviço aos policiais carrancudos. Virando uma esquina, avistou um banco largo, no qual sentou-se, estirou os dois braços por cima do recosto, suspirou e ficou olhando ao redor, e tudo aquilo ali – mesmo tudo tendo estado ali por anos – parecia tão novo e talvez melhor do que o útero de sua própria mãe: havia cores, risos, pássaros, fios de poste, nuvens, céu azul, pipoqueiro, animais, areia, folhas, sorvete e tudo, tudo parecia um cenário feito perfeitamente para Marcel e seu Dia da Alegria.
Como o banco cabia umas três pessoas, Marcel não estava sozinho; ao lado dele havia um rapaz que futucava os dentes com um galhinho seco, aparentando seus quarenta e cinco anos, sério, óculos escuros, camisa regata listrada, bermuda e chinelos de dedo. Parecia um europeu rabugento, o que Marcel percebeu e, de pronto, tentou puxar assunto:
— Amigo, boa tarde. Que dia lindo, não!?
— É, é lindo, como todos os outros desse verão -, respondeu-lhe o homem.
— O senhor vem sempre aqui? É a primeira vez que vejo este lugar. Tão bonito… –, suspirou Marcel.
— Não, não. Sempre por aqui. E sim, já te vi passar por diversas vezes lá na esquina. Você não é o rapaz que anda com fones de ouvido, cabeça baixa, sem sorrir, e um All-Star cinza quase sempre? –, falou-lhe o homem.
— Sou eu mesmo! O senhor é um espião? –, surpreendeu-se Marcel.
— Não, não. Meu prazer é espiar os outros. Diria até que é um hobby, se fosse só um hobby –, rebateu-lhe.
— Entendi. E por que esse semblante tão caído?
— Fui suspenso do trabalho. E como eu gosto dele, estou aqui, sem ter o que fazer e aonde ir.
— Nossa. Sinto muito. Isso foi hoje?
— Foi sim. Mas já passa. E você, sorrindo assim? Seu rosto parece nunca ter usado os músculos para rir. Olha só! Sua cara fica esquisita, apesar de bonita. Não fosse a alma rindo junto com o corpo, diria que está tendo um derrame.
— Haha. Para quem estava ranzinza o senhor é bem brincalhão. Mas tudo bem, hoje eu aceito qualquer coisa. Hoje acho que encontrei o amor da minha vida.
— Foi, foi? Tipo aqueles que a gente só vê em filmes ou em versos românticos?
— Exatamente! Deve ser o destino a gente aqui a conversar.
— É, deve ser. Mas eu acho que você deveria ter rido mais, sabia?! Essa escama entre você e o mundo demorou de cair, e só caiu por conta de uma jovem. Assim como há muitas coisas para lamentar, há inúmeras para gozo.
— O senhor fala como quem tem muita experiência.
— Alguma, alguma.
— Pois bem, senhor experiente e desempregado, eu ficarei aqui mais um pouco, destilando essa boa sensação. Sabe-se lá quanto tempo vai durar.
— Geralmente dura pouco, mas acontece várias vezes, então…
— Então o quê?
— Haverá mais, se acabar, uma hora ou outra.
— Eu quero essa, para hoje e todo o sempre. Lenora, minha Lenora. Que honra seria poder chamá-la assim para o resto da minha vida!
— Lenora. Bonito nome.
— Obrigado.
— Disponha.
Nesse momento, surgiu uma criança meio deformada, como quem parecia ter séculos de vida, e entregou ao velho rapaz uma carta, a qual ele abriu enquanto o pequeno ia embora, então levantou-se o homem e falou a Marcel:
— Olha, amigo, muito obrigado pela prosa. Realmente foi um bálsamo enquanto eu estava sem meus afazeres de ofício, como já lhe disse.
— Disponha, meu caro! Eu também agradeço, pois o senhor foi o primeiro a saber sobre a alegria que sinto.
— Uma pena se chamar Lenora a sua amada…
— Uma pena! Mas por quê?! Já perdeu alguma Lenora?
— Não, não. Uma pena ser Lenora e não Lenore…
— Lenore? Mas por…
E antes que Marcel percebesse e terminasse a pergunta, o moço retomou a sua forma natural, a de ofício (e de hobby), de um preto tão preto que nem uma poeira fazia contraste sobre ele, e o galhinho com que futucava os dentes tomou uma forma como que de cabo de uma enxada muito grande, cuja ponta ostentava uma lâmina curvada de mais de um metro, que brilhava, espelhando o rosto do rapaz alegre.
— Seria para eu rimar, amigo, como rimou meu arauto outrora:
— Never…
Foi quando Marcel viu tudo girar e sentiu-se tombar no chão, ao lado do próprio corpo, já sem sentir dor, mexendo a boca e concluindo com o homem o final de um famoso – e também por ele querido – verso de Allan Poe:
“…More.”
Fico imaginando o que Lenora tinha de tão encantador, pra colocar a alegria desse homem, mesmo que por esse breve momento...
ResponderExcluirExcelente, Witalo! Como sempre, aliás. Você tem uma veia cômica, apesar dos temas geralmente trágicos, então eu - que estava tão enfezada quanto Marcel, hoje, dei vários sorrisos durante o texto. Essa dualidade entre os extremos: Leve X Denso; Engraçado X Sério; Esperança X Sufoco, você maneja muito, muito bem. Continue! Agora, não sei a razão, mas mesmo com Marcel estirado e empacotado na calçada, por que eu ainda fiquei com a sensação de que a felicidade dele - apesar da morte - não foi ceifada? Como numa música, é como se o texto tivesse acabado num allegro circense, só que diminuindo o tom, bem baixinho... :)
ResponderExcluir(Meu Deus, que comentário enorme! Rs)
Talvez a imagem de Lenora lhe anestesiou a queda, Loomy.
Excluirsorriu uma só vez, mas foi pleno, com alma... Amei!
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