Certo dia o cabo Guedes despediu-se dos camaradas, após árdua jornada. Para azar militar da sentinela, que pensou que pudesse tratar o cabo simplesmente como cabo que era, foi admoestada. Tempos mais tarde, o cabo, que continuava ostentando suas divisas com pouco orgulho e muita arrogância, teve um dedo de prosa com aquele mesmo soldado. “A conversa foi boa...” O cabo adentrou ao corpo da guarda cuspindo fogo! - Ser sargento pra quê? – esbravejou em altíssimo e bom tom, ao notar que o soldado preenchera uma ficha de inscrição para seu segundo concurso público. Tal foi o grito, o cabo, que tinha dezenas de folhetos de propaganda de filmes nas mãos, só pensava em entreter-se em cinema, numa frustrante tentativa de driblar as angústias do dia a dia na caserna, só não disse “SER SARGENTO PRA QUÊ? (em letras garrafais itálico negrito sublinhado entre aspas) porque a conversa não se deu por escrito. - Ora, sen...